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Sobre

Endocrinologia Veterinaria

A Endocrinopet é uma empresa especializada em atendimentos relacionados a alterações endócrinas e metabólicas de cães e gatos. Foi fundada, em 2015, pela médica veterinária Marina Moreira Faria Madeira. 

Nosso maior objetivo é a prevenção, diagnóstico e tratamento do paciente endocrinopata, sempre priorizando a melhoria da qualidade de vida desse paciente. 

Trabalhamos em parceria com clínicas veterinárias de Belo Horizonte e região metropolitana, através de encaminhamentos. Ou pelo contato direto dos tutores através de nossos canais de atendimento.  

Além da consulta, exames e procedimentos necessários, fornecemos suporte aos pacientes por via remota (telefone e WhatsApp), dentro do horário comercial. 

Contamos com parcerias para internação e suporte emergencial, para os pacientes que ainda não têm uma clínica de referência. 

Horários de atendimento: segunda à sexta de 8:00 às 18:00 (volante e Centrovet) e sábado de 8:00 às 12:00 (apenas no Centrovet).

Para pacientes não encaminhados por clínica parceira, os atendimentos se restringem ao consultório do Centrovet.

Os atendimentos são realizados pela Dra. Marina Madeira e sua equipe.

Endocrinologista veterinária

Marina Moreira Faria Madeira | CRMV: MG 11677

Possui graduação em Medicina Veterinária, pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) 2010 e especialização Latu senso em Endocrinologia e Metabologia de pequenos animais pela Universidade Cruzeiro do Sul – ANCLIVEPA (Associação Nacional dos Clínicos de Pequenos Animais) – São Paulo, em 2015. 

Associada da ABEV (Associação Brasileira de Endocrinologia Veterinária).

Possui ampla experiência em clínica geral de pequenos animais e atua, desde 2015, exclusivamente com atendimentos na área de endocrinologia e metabologia de cães e gatos. 

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Endocrinologia é uma especialidade da veterinária que estuda as desordens do sistema endócrino e suas secreções específicas, chamadas de secreções fisiológicas ou hormônios.

As principais áreas de atuação do endocrinologista, são: o tratamento da obesidade; de desordens das glândulas hipófise, tireóides, adrenais; tratamento e acompanhamento de pacientes diabéticos e outras doenças relacionadas com a deficiência ou excesso hormonais

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Doenças mais comuns

A obesidade é definida como um acúmulo de quantidades excessivas de tecido adiposo no corpo e é o distúrbio nutricional mais comum em animais de companhia. A obesidade é geralmente o resultado da ingestão excessiva ou utilização inadequada de energia, o que causa um estado de balanço energético positivo. Inúmeros fatores podem predispor um indivíduo à obesidade, incluindo genética, quantidade de atividade física e conteúdo energético da dieta. 

Escore de condição corporal em cães e gatos
Escore de condição corporal em cães e gatos

COMPLICAÇÕES POSSÍVEIS

A principal preocupação médica da obesidade está relacionada às muitas associações de doenças que acompanham a adiposidade. Numerosos estudos demonstraram que a obesidade pode ter efeitos prejudiciais sobre a saúde e a longevidade de cães e gatos. 
Os problemas aos quais os animais de companhia obesos podem estar predispostos incluem doença ortopédica, diabetes mellitus, anormalidades no perfil lipídico circulante, doença cardiorrespiratória, distúrbios urinários, distúrbios reprodutivos, neoplasia (tumores mamários, carcinoma de células transitórias), doenças dermatológicas e complicações anestésicas. As principais opções terapêuticas para a obesidade em animais de companhia incluem manejo dietético e aumento da atividade física. 

TRATAMENTO

Embora ainda não estejam licenciados compostos farmacêuticos para perda de peso em cães e gatos, está previsto que esses agentes estejam disponíveis no futuro. A terapia dietética constitui a pedra angular do controle de peso em cães e gatos, mas o aumento do exercício e do gerenciamento comportamental constitui adjuvantes úteis. 

É necessário aumentar a conscientização da obesidade dos animais de companhia como uma séria preocupação médica na profissão veterinária.

O hipotireoidismo primário adquirido é um distúrbio tireoidiano comum em cães que pode causar diminuição da taxa metabólica e disfunção de quase todos os órgãos do corpo. A redução da produção e secreção de hormônios tireoidianos acomete em maior quantidade, cães de meia idade a idosos, sendo menos frequente em cães com menos de 5 anos. 

SINAIS CLÍNICOS

As manifestações clínicas mais comumente relatadas de hipotireoidismo primário em cães incluem sinais dermatológicos, além de anormalidades reprodutivas, neurológicas e cardiovasculares. Letargia, sonolência, ganho de peso, apetite seletivo, feição triste, busca pelo sol são os principais relatos. 

DIAGNÓSTICO

O diagnóstico é feito através da dosagem dos hormônios tireoidianos e hipofisário. 

TRATAMENTO

O tratamento medicamentoso é atualmente o mais utilizado. A reposição hormonal é feita com a levotiroxina sódica.

O hipertireoidismo resultante de adenomas / hiperplasia adenomatosa da glândula tireóide é o distúrbio endócrino mais comum em gatos idosos. O excesso de secreção de hormônios tireoidianos pelas tireoides normalmente acomete gatos acima de 10 anos e não há predileção por raça ou sexo.

SINAIS CLÍNICOS

Os principais sinais clínicos são perda de peso, aumento do apetite, poliúria e polidipsia

DIAGNÓSTICO

Para o diagnóstico é feita a dosagem de hormônio tireoidiano.

TRATAMENTO

As opções de tratamento incluem medicamentos antitireoidianos como metimazol ou carbimazol, dieta restrita a iodo, tireoidectomia ou iodo radioativo. O radioiodo (131I) é geralmente considerado o tratamento ideal para o hipertireoidismo em gatos devido à sua segurança e eficácia

Os cães desenvolvem diabetes mellitus de ocorrência natural, clinicamente semelhante ao diabetes tipo I em humanos. O diabetes canino é uma das doenças mais comuns e devastadoras dos animais de companhia, afetando cerca de 1 em cada 300 cães. O diabetes em cães se assemelha fortemente ao diabetes mellitus tipo 1 humano (T1DM), com início progressivo de hiperglicemia, polidipsia, poliúria, cetonúria e cetoacidose diabética.

Os gatos também são susceptíveis ao desenvolvimento de Diabetes Mellitus. Nos felinos o DM é a segunda endocrinopatia mais frequente e acomete principalmente os animais idosos. 

Em gatos o DM é diferente do diabetes dos cães. Há, nessa espécie, possibilidade de remissão e cura da doença. O que não ocorre nos cães. 

SINAIS CLÍNICOS

Os sinais mais frequentes do diabetes em cães e gatos são perda de peso, poliúria e polidpsia. Em casos mais graves, os animais podem apresentar vômito, diarréia, desidratação, coma e morte. 

DIAGNÓSTICO

O diagnóstico do diabetes em cães e gatos é feito através de avaliação física, presença de glicose na urina e aumento da glicose sanguínea. 

TRATAMENTO

O tratamento é feito com aplicações diárias de insulina

O hipoadrenocorticismo canino é caracterizado por uma deficiência na produção de hormônios corticosteróides (geralmente cortisol e aldosterona) pela glândula adrenal. A condição tem um impacto moderado a grave na saúde e no bem-estar dos cães, afetando uma grande variedade de raças.

SINAIS CLÍNICOS

O hipoadrenocorticismo pode ser uma doença desafiadora para os veterinários diagnosticarem. Os animais geralmente apresentam sinais clínicos inespecíficos crescentes e decrescentes, incluindo letargia, anorexia, poliúria / polidipsia, vômitos e diarréia que podem se tornar agudos com risco de vida em consequência a severos distúrbios eletrolíticos. 

DIAGNÓSTICO

O diagnóstico de hipoadrenocorticismo é realizado através do teste de estimulação com ACTH, pelo qual é demonstrada uma deficiência na capacidade secretora de cortisol pela glândula adrenal. 

TRATAMENTO

O tratamento recomendado é medicamentoso. Inicialmente utiliza-se associação de mineralocorticoides e glicocorticoides. 

É uma doença comum em cães, rara em gatos. Normalmente acomete cães com mais de 7 anos, mas pode ocorrer em animais mais jovens. Há um excesso na produção do hormônio cortisol pelo organismo. Esse excesso pode ser por produção autônoma das glândulas adrenais, em resposta ao excesso de outro hormônio (acth), por produção ectópica (raro) ou por administração de corticóides (hiperadrenocorticismo iatrogênico). As fêmeas castradas são as mais diagnosticadas. Não há predileção por raças, mas as de pequeno porte parecem ser mais predispostas. 

SINAIS CLÍNICOS

A doença é clinicamente caracterizada de forma variável por poliúria e polidipsia, polifagia, alopecia bilateral, atrofia muscular com fraqueza generalizada, hepatomegalia, hipertensão arterial sistêmica e letargia.

DIAGNÓSTICO

Para diagnóstico, o teste recomendado é a supressão por baixa dose de dexametasona. Outro teste frequentemente utilizado para o diagnóstico em cães é a estimulação por ACTH. 

TRATAMENTO

O tratamento recomendado depende da origem da doença. Entre as opções medicamentosas, as mais prescritas são Trilostano e Mitotano. 

A cirurgia é o tratamento indicado em casos de tumores em glândula adrenal. 

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